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29.9.03

Amigos, eu não morri! Mas algumas viagens profissionais, muito trabalho e alguma dose de preguiça têm-me mantido afastado da blogosfera. Vou tentar "aparecer" mais vezes, sobretudo agora que, suspeito, também o Aviz vai voltar à normalidade...

12.9.03

CARLOS DE OLIVEIRA

A "Assírio & Alvim" iniciou a reedição das obras de Carlos de Oliveira. Saíram já os romances Finisterra e Uma Abelha na Chuva, duas obras-primas da literatura portuguesa do século XX. São estas coisas que, de vez em quando, ainda nos reconciliam com o país...
ROOMS FOR THE GIRLS

Segundo "O Independente", Maria Elisa Domingues não pagou a factura do hotel onde dormiu depois de assistir à "rentrée" política do PSD, realizada em Caminha no último fim-de-semana de Agosto.
Parece que a situação está a provocar um enorme mal-estar entre os social-democratas. Por 65 euros? Então a senhora foi fazer o frete a Caminha e nem sequer lhe pagam...a caminha?
ANTOLOGIA POÉTICA

Informam-se os eventuais interessados de que no endereço antologiapoetica.blogspot.com se ensaia a organização de uma antologia da poesia portuguesa. Devagarinho, claro, e com critérios cientificamente subjectivos. Simples modo de arrumar ideias...

11.9.03

AVISO À NAVEGAÇÃO

Algumas alterações introduzidas no aspecto do Oceanos ocasionaram, entre outras coisas, que desaparecesse o endereço electrónico. Até tudo se recompor, informa-se que o dito endereço continua o mesmo: oceanos_porto@hotmail.com

O OUTRO 11 DE SETEMBRO

Foi há 30 anos, no Chile, e convém não esquecê-lo. Nesse dia, de funesta memória, o general Augusto Pinochet, com a ajuda da CIA, tomou o poder, assassinando a democracia e milhares de cidadãos livres. Entre eles, Salvador Allende. O próprio New York Times, hoje, o reconhece.

De Luis Sepúlveda, que sofreu na carne a ditadura chilena, a ASA publicou agora O General e o Juiz, livro que compila uma série de artigos que o autor assinou em diversos jornais da Europa e da América Latina. Sepúlveda - que pertence à raça dos que não querem perdoar nem esquecer - estará em Portugal para dar o seu testemunho desses tempos. Na segunda-feira, 15 de Setembro, às 18,30, no Teatro Garcia de Resende, em Évora, e às 21,30 na Livraria Fonte de Letras, em Montemor-o-Novo. Na terça, 16 de Setembro, às 19 horas, no Museu República e Resistência, em Lisboa.


2.9.03

Esboço de uma resposta (que nunca dei) ao Pedro Olavo Simões, do "Jornal de Notícias"

O facto de ser Editor não influenciou em nada o aparecimento do Oceanos. Criei-o como qualquer outro cidadão, para partilhar experiências, emoções, vivências culturais, e para emitir livremente as minhas opiniões sobre o(s) mundo(s).
Encaro-o como uma espécie de diário - e devo confessar que são os blogues que assim (mais ou menos) se assumem aqueles que prefiro ler e que regularmente visito.
Não o diário adolescente ou o livrinho de inconsequentes primícias literárias (e há muito disso na blogosfera), mas a tentativa de transmitir ideias e sensações, a partir de uma reflexão pessoal e única.
É por isso que, para mim, o Aviz e o Abrupto são as principais referências do nosso éter. E que não tenho paciência para os grandes textos eruditos lidos no rectângulo incandescente de um ecrã.
Não sei se os blogues são uma moda ou uma conquista. O meu existirá enquanto me der na real gana. Não tenho contador de visitas, porque não me preocupa saber se sou muito ou pouco visitado. Sei que há quem me leia, e isso me chega.
Se uma palavra for capaz de dar a alguém um momento de felicidade terá valido a pena usar essa palavra - e acender com ela o branco da cal sobre a nudez angustiante de um muro.
No fundo, é essa a função de qualquer escrita.

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